PROFESSORA FAZ JUS AO INTERVALO INTERJORNADA

   

O Tribunal Superior do Trabalho em sua jurisprudência firmou sobre a aplicação do intervalo interjornada, disposto no artigo 66 da Consolidação das Leis do Trabalho a categoria dos professores, por falta de previsão nas normas do magistério. Com isso, a 1ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho aceitou recurso de uma professora condenando a empregadora a pagar-lhe como horas extras a supressão do intervalo interjornada. Dentre outros pedidos, a interjornada ficou configurada, pois laborava em determinados períodos até as 22horas (turmas diurnas e noturnas) de um dia e no dia seguinte retornava a lecionar as 7horas, sem o necessário intervalo de 11 horas previsto no citado artigo.

Assim com o desrespeito ao intervalo, determinou o pagamento na integralidade das horas suprimidas, acrescidas do adicional, pela violação ao artigo 66 da CLT.
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